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segunda-feira
O que você faria?
Meu amor
O que você faria
Se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Ia manter sua agenda
De almoço, hora, apatia?
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia
Corria pr'um shopping center
Ou para uma academia?
Prá se esquecer que não dá tempo
O tempo que já se perdia
Andava pelado na chuva?
Corria no meio da rua?
Entrava de roupa no mar?
Trepava sem camisinha?
Meu amor
O que você faria?
O que você faria?
Abria a porta do hospício?
Trancava da delegacia?
Dinamitava o meu carro
Parava o tráfego e ria?
(Lenine)
O que você faria
Se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
De almoço, hora, apatia?
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia
Ou para uma academia?
Prá se esquecer que não dá tempo
O tempo que já se perdia
Corria no meio da rua?
Entrava de roupa no mar?
Trepava sem camisinha?
O que você faria?
O que você faria?
Abria a porta do hospício?
Trancava da delegacia?
Dinamitava o meu carro
Parava o tráfego e ria?
(Lenine)
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O Amor, o Erro e o Acerto
Há sempre o desejo de acertar. Acertar nas escolhas, acertar na roupa, acertar na vida com as atitudes e palavras mais certas. Só que a gente erra, erra muito, e não raro, erra feio. E aí, o que a gente faz com os erros? Sofre, ou aceita. Aceita que a gente só aprende errando. Aceita que é exatamente no meio das tentativas de fazer certo que reside o erro. Aceita que o erro é uma perspectiva de acerto. Então, não dá pra ter medo de errar, se o que se deseja, é acertar.Tudo que deu certo no mundo passou por muitas tentativas que não deram certo, leia-se aí, erro, até haver o acerto. Foi assim com os grandes inventos, com as grandes descobertas, na arte e na vida. Pra aprender a andar, a gente caiu dúzias de vezes. Não fossem os tombos, não haveriam os passos certos. Foi assim com o aprendizado das letras e dos números. Tudo que sabemos passou por tentativa e erro.
Olhar o erro com menos severidade é um acerto. Erros pequenos e os grandes também, porque no mundo adulto estão as lições mais difíceis. Se aceitar e aceitar o outro nas qualidades é tão fácil quanto degustar um doce mamão com açúcar. Abraçar nos tropeços, achar razões para amar mesmo e apesar de todas as limitações, é uma tentativa que vale um grande acerto. Tudo tem a ver com o amor. Amor que independe dos erros. Então, será tudo uma questão de amor? Não há como saber ao certo, mas é muito certo que não há erro que não se acerte quando as tentativas são feitas com amor.
(Be Lins do Blog na filó)
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Tomba-se
- O mergulho na hora do almoço
- O aviso de "deixa solto, doutor" dado pelo flanelinha
- O primeiro gole de cachaça, na ponta do balcão, dado para o santo
- A toalha de São jorge que encapa o banco do motorista
- O surdo de primeira da Mangueira
- O pôr do sol visto do Arpoador
- Xistudo, pizza com ketchup e biscoito Globo
- O sotaque chiado, a sandália arrastada
- A cantada de "eu te conheço de algum lugar"
- O PM fazendo fezinha no bicheiro da esquina
- O pão na chapa e o café pingado
- O falso convite "aparece lá em casa"
- O pacote de balas que os ambulantes deixam no retrovisor
- O jogo de porrinha e a saída de "lona"
- O "a gente se vê"
- ...
(O Globo - Joaquim Ferreira dos Santos)
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Meu tipo preferido de gente...
Meu tipo preferido de gente é aquela que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música. Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo. Gente que não planeja tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado”, que pede desculpas, que chora assistindo filme. Aquele tipo de gente que é muito sincera, mas sabe quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo dos outros, que lê as coisas no elevador, que conta piada, que joga conversa fora, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de gente!
(Autor Desconhecido)
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